Fingerprinting Fitolítico de Fitofisionomias Florestadas do Bioma Mata Atlântica

Autores

  • Jonathan Harrison Mozer
  • Marcia Regina Calegari
  • Érica de Souza
  • Marco Madella
  • Pablo Vidal Torrado
  • Luciane Marcolin
  • Rodrigo Santana Macedo

Resumo


A interpretação de dados paleoambientais tem sido realizada por meio de comparações com ecossistemas atuais. Na tentativa de reconstituição e entendimento das condições (paleo)ambientais vários proxies têm sido empregados, como os fitólitos (microcorpúsculos de sílica amorfa produzidos por plantas), pois podem ser incorporados aos solos e permanecerem por longos períodos, formando a assinatura fitolítica (fingerprinting) da vegetação que ali se desenvolveu. Este trabalho apresenta os resultados de um estudo que visou comparar a assembleia fitolítica preservada nos primeiros centímetros de solos de três fitofisionomias florestadas do Bioma Mata Atlântica: Ombrófila Alto-Montana, Estacional Semidecidual e Mata de Restinga e definir o seu fingerprinting. Observou-se bom nível de produção e preservação de fitólitos no solo, reforçando a importância deste proxy. Foram identificados e classificados 31 morfotipos. O fingerprinting das fitofisionomias se caracterizou a partir das assembleias preservada nos primeiros centímetros do solo (0-5 cm), marcando o predomínio de plantas Eudicotiledôneas.

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Publicado

11-02-2020

Como Citar

HARRISON MOZER, J.; CALEGARI, M. R.; DE SOUZA, Érica; MADELLA, M.; VIDAL TORRADO, P.; MARCOLIN, L.; SANTANA MACEDO, R. Fingerprinting Fitolítico de Fitofisionomias Florestadas do Bioma Mata Atlântica. Perspectiva Geográfica, [S. l.], v. 14, n. 20, p. 84–95, 2020. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/pgeografica/article/view/24031. Acesso em: 9 dez. 2021.

Edição

Seção

Artigos