Uma geografia do menino - pai do homem

Autores

  • Cláudio Benito Oliveira Ferraz

Palavras-chave:

Geografia, Ciência, Arte, Linguagem, Cotidiano

Resumo


Esse artigo, que faz parte de um trabalho maior, objetiva discutir outras maneiras de se elaborar o pensamento e a linguagem científica da geografia, demonstrando a possibilidade de se fazer geografia a partir de experiências particulares, exemplificando com aspectos singulares e banais, além de priorizar a importância da abordagem artística como elemento a ajudar a leitura do mundo cotidiano. O espaço cotidiano é central para uma análise geográfica fundamentada na vida humana, capaz de contribuir para o melhor entendimento do mundo e não apenas dizer como é o mundo, portanto, a busca pela verdade, entendendo esta como algo definitivo e acabado, não pode ser o objetivo da produção do saber científico, mas deve-se buscar a verdade enquanto um elemento que deixe mais claro os significados diversos em que o mundo se encontra. A verdade na geografia é a capacidade de cada ser humano ler as imagens que o envolve e dar sentido paisagístico para estas, permitindo entender a lógica espacial em que está vivendo. O uso de poesias e de romances nesse artigo, permitem contribuir para melhor exemplificar o como entender a minha geografia a partir de meu filho, uma geografia comum a todos os seres, cada um com sua especificidade, mas comum a todos.

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Publicado

01-01-2000

Como Citar

FERRAZ, C. B. O. Uma geografia do menino - pai do homem. Perspectiva Geográfica, [S. l.], v. 2, n. 2, p. p. 31–34, 2000. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/pgeografica/article/view/515. Acesso em: 17 jan. 2022.

Edição

Seção

Artigos