O PROCESSO DE CRIAÇÃO EM MANOEL DE BARROS E ALGUMAS INTERSEÇÕES.

Autores

  • Lívia Machado Silva
  • Willy Heuter Rulff

Resumo


Neste trabalho procuramos aproximações, diálogos e quem sabe fricções, entre o texto de Manoel de Barros em um livro da série “encontros” (MÜLLER, 2010) e a sua fala no documentário “Só dez por cento é mentira” (CEZAR, 2008), onde ele revela um pouco do seu processo de ser poeta, e,   algumas das teorias que atravessam o campo da arte e da psicologia no que concerne à produção de subjetividade. Neste sentido, convidamos para o diálogo com a escrita do poeta, os textos de Deleuze (1988, 1999), Bergson (2006), Vigotsky (2001), Guattari (1999), Guattari e Rolnik (1986), Dewey (1980) e Kastrup (2007). Nossa intenção não é fazer uma leitura do que diz o artista através da lente de uma ou mais teorias, mas tentamos aqui um diálogo onde damos voz a um e a outro na tentativa de perceber as aproximações e os afastamentos, as semelhanças e diferenças que só o diálogo pode fazer emergir quando nem um nem outro começa já com uma posição privilegiada, capaz apenas de sobrecodificar quando se quer dialogar e/ou friccionar. A proposta é ouvir as duas vozes e suas nuances, sem deixar de perceber que são duas vozes.

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Publicado

03-08-2014

Como Citar

SILVA, L. M.; RULFF, W. H. O PROCESSO DE CRIAÇÃO EM MANOEL DE BARROS E ALGUMAS INTERSEÇÕES. Travessias, Cascavel, v. 8, n. 1, 2014. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/travessias/article/view/9912. Acesso em: 18 out. 2021.

Edição

Seção

LITERÁRIA