COMPARAÇÃO DOS EFEITOS DA CORRENTE INTERFERENCIAL EM HOMENS E MULHERES ASSINTOMÁTICOS

Autores

  • Giovana Silva Sprizon Universidade Estadual do Oeste do Paraná
  • Pâmela Giovana Hotz
  • Dauana Arielli Dallacorte
  • Kimberly Suellen Bueno
  • Fernando Amâncio Aragão
  • Gladson Ricardo Flor Bertolini

DOI:

https://doi.org/10.48075/vscs.v3i2.18250

Palavras-chave:

Eletrotermofototerapia, Fisioterapia, Dor lombar.

Resumo


Na literatura atual existem lacunas sobre o fenômeno da acomodação no uso da corrente interferencial ou se há diferença entre os gêneros, com isso o objetivo foi avaliar o limiar de acomodação durante 20 minutos de exposição da corrente em diferentes intensidades, e comparar a diferença dos limiares entre os sexos feminino e masculino. Ensaio clínico, transversal, randomizado, de caráter quantitativo, com 30 voluntários saudáveis, divididos em 2 grupos compostos por 15 homens e 15 mulheres, com idade média de 21,6±2,09 anos 19,6±1,76 anos respectivamente. Os quais passaram por 20 minutos de corrente interferencial tetrapolar com os eletrodos dispostos sobre as vértebras L1 e L5. Foi avaliado o número de acomodação, tempo de acomodação e suas intensidades. Resultados: O número de acomodações do grupo mulheres foi maior em relação ao grupo homens, a intensidade da primeira acomodação do grupo homens mostrou-se mais elevada e o tempo entre a primeira e a terceira acomodação apontaram diferença significativa (p<0,05). Assim, o uso da Corrente Interferencial comparativo entre homens e mulheres, apresentaram diferença significativa na intensidade, quanto ao número de acomodação, intensidade e tempo.

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Publicado

29-12-2017

Como Citar

SPRIZON, G. S.; HOTZ, P. G.; DALLACORTE, D. A.; BUENO, K. S.; ARAGÃO, F. A.; BERTOLINI, G. R. F. COMPARAÇÃO DOS EFEITOS DA CORRENTE INTERFERENCIAL EM HOMENS E MULHERES ASSINTOMÁTICOS. Varia Scientia - Ciências da Saúde, [S. l.], v. 3, n. 2, p. 251, 2017. DOI: 10.48075/vscs.v3i2.18250. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/variasaude/article/view/18250. Acesso em: 7 ago. 2022.

Edição

Seção

II JORNADA ACADÊMICA DE FISIOTERAPIA