PERFIL ELETROCARDIOGRÁFICO DE RATAS ENVELHECIDAS, TRATADAS COM ESTRÓGENO E SUBMETIDAS A DIFERENTES PROGRAMAS DE TREINAMENTO FÍSICO
DOI:
https://doi.org/10.48075/vscs.v5i2.23019Palavras-chave:
eletrocardiografia, ratas, estrógenos, natação, treinamento de força, glicogênio.Resumo
O objetivo deste trabalho foi avaliar o perfil eletrocardiográfico bem como as reservas glicogênicas de ratas tratadas com a associação do exercício físico a suplementação com estrógeno. Utilizou-se ratas envelhecidas da linhagem Wistar com 1 ano de idade, as quais foram submetidas a dois programas de treinamento, sendo predominantemente aeróbio (natação: sessões de 60 min / 8 semanas / 5 x semana) e predominantemente anaeróbio (treinamento de força progressivo de alta intensidade: 8 semanas / 3 x semana). Foram avaliados a frequência cardíaca bem como o eletrocardiograma (ECG) considerando os intervalos QRS, QTc e PR. Os dados foram comparados através do teste de normalidade de Shapiro-Wilk seguido pelo teste de Tukey, (p<0,05). Os resultados mostram que, em todas as condições, o estrógeno trouxe benefícios reduzindo a sobrecarga cardíaca representado por menor frequência cardíaca e na velocidade de propagação das ondas do ECG. As reservas glicogênicas ventriculares bem como a relação peso cardíaco/peso corporal também apresentaram melhora no conteúdo ventricular na presença do estrógeno, por sua vez, a relação peso cardíaco/peso corporal também foi expressivamente maior nesta condição. Os dados mostram a importância da suplementação com estrógeno em associação com o exercício físico crônico, nos ajustes metabólicos e orgânicos funcionais do músculo cardíaco, advindos do processo de envelhecimento.Downloads
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