IMAGEM CORPORAL E COMPORTAMENTO SEDENTÁRIO DE ADOLESCENTES
UM OLHAR A PARTIR DA PESQUISA NACIONAL DE SAÚDE DO ESCOLAR
DOI:
https://doi.org/10.48075/vscs.v11i1.35891Resumo
A crescente preocupação com os níveis de sedentarismo e a insatisfação com a imagem corporal entre adolescentes motiva investigações voltadas ao contexto escolar. objetivo deste estudo foi analisar a percepção da imagem corporal e o comportamento sedentário de escolares do 9º ano das capitais dos estados da região Sul do Brasil, com base nos dados da PeNSE. Trata-se de uma pesquisa documental, de natureza descritiva e abordagem quantitativa, com dados secundários disponibilizados pelo IBGE. Foram examinadas variáveis referentes ao comportamento sedentário (tempo sentado, tempo de tela, prática de atividade física e classificação do nível de atividade) e à imagem corporal (autopercepção do peso, tentativas de modificação corporal e práticas de risco associadas ao controle de peso). As análises foram conduzidas por estatística descritiva, com aplicação dos pesos amostrais para garantir representatividade da população estudada. Os resultados revelaram tendência crescente de comportamento sedentário ao longo da série histórica, especialmente entre as escolares do sexo feminino. Observou-se elevada frequência de insatisfação corporal, marcada pela percepção de excesso de peso entre meninas e de magreza entre meninos, além do uso de estratégias inadequadas de controle de peso, como jejum, laxantes e medicamentos sem prescrição. Identificou-se ainda aumento da exposição diária às telas por mais de três horas. Tais achados reforçam a necessidade de que a Educação Física escolar amplie seu escopo para contemplar a promoção crítica da saúde, o debate sobre imagem corporal e a mediação dos impactos das tecnologias digitais no cotidiano juvenil.Downloads
Publicado
17-01-2026
Como Citar
GARCIA, M. F.; LIMA, D. F.; SOUZA, D. C. IMAGEM CORPORAL E COMPORTAMENTO SEDENTÁRIO DE ADOLESCENTES: UM OLHAR A PARTIR DA PESQUISA NACIONAL DE SAÚDE DO ESCOLAR. Varia Scientia - Ciências da Saúde, [S. l.], v. 11, n. 1, p. e35891, 2026. DOI: 10.48075/vscs.v11i1.35891. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/variasaude/article/view/35891. Acesso em: 26 jan. 2026.
Edição
Seção
Artigos Originais