A BÚSSOLA DE UM BOM LUGAR: QUE LUGAR É ESSE?

Ludmilla Kujat Witzel, Ximena Antonia Díaz Merino

Resumo

No artigo a seguir objetiva-se promover uma análise das manifestações de voz do sujeito pós-colonial em trechos das canções que compõem o álbum do rapper Emicida, Sobre crianças, quadris, pesadelos e lições de casa (2015), fundamentado principalmente na atualidade de seus versos para discutir as questões contemporâneas a este sujeito. Para tanto, o discurso de Emicida é relacionado, principalmente, à perspectiva teórica de Homi Babha (1998-2005), Silviano Santiago (1978), Thomaz Bonnici (1998) e Zilá Bernd (1998). Não obstante, antes de tudo, intenciona-se trazer a voz do rapper e as outras vozes que falam através de si, entendidas como representação do sujeito pós-colonial, materializada no rap (ritmo e poesia).

Palavras-chave

sujeito pós-colonial; rap; entre-lugar.

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