O MAL-ESTAR E OS RISCOS DA PROFISSÃO DOCENTE

Autores

  • Marcia Regina Ristow
  • Rita Melania

Resumo


A proposta é colocar em discussão os sintomas, as causas do elevado nível de sofrimento de muitos profissionais docentes e as estratégias que estes adotam para tolerar este sofrimento e continuar trabalhando. A hipótese é que a possibilidade/obrigação que os docentes têm de trabalhar para sobreviver e se manter no emprego é o que causa muitos sofrimentos.  Questionamos: Trabalho docente é obrigação ou prazer? É tortura ou realização? Vivemos num tempo de enormes exigências de atualização, onde, com a implantação da tecnologia, supostamente diminuiremos o trabalho. Adaptar-se às demandas e às pressões externas advindas da família e do trabalho/escola é uma necessidade. A longa jornada de trabalho, as pressões sofridas, a violência de alguns alunos, “fazer os alunos aprender” nas condições mais adversas são desgastes presentes e podem causar doenças, além de ambientes mal ventilados com estrutura física onde a luminosidade natural é deficiente. A intenção é fomentar a discussão das possíveis causas e sintomas do mal-estar, para buscar alternativas que poderão servir de alerta para as necessidades de políticas públicas voltadas para a saúde dos docentes.

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Publicado

01-01-2000

Como Citar

RISTOW, M. R.; MELANIA, R. O MAL-ESTAR E OS RISCOS DA PROFISSÃO DOCENTE. Ciências Sociais Aplicadas em Revista, [S. l.], v. 6, n. 11, 2000. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/csaemrevista/article/view/366. Acesso em: 10 ago. 2022.

Edição

Seção

Artigos de Administração, Ciências Contábeis e Direito (Interdisciplinar)