O PROCESSO DE EDUCAÇÃO DO CAMPO: HISTORICIDADE, REFERÊNCIAS E MARCOS LEGAIS

Autores

  • Cecília Maria Ghedini

DOI:

https://doi.org/10.48075/rfc.v16i23.10916

Palavras-chave:

Movimentos Sociais do Campo. Educação do Campo. Campesinato. Políticas Públicas

Resumo


O processo de Educação do Campo no país, em sua especificidade, pode ser tratado como parte de uma luta histórica produzida e em consolidação no espaço dos Movimentos Sociais Populares do Campo (MSPdoC), enraizada em referências da produção do campesinato no país, no processo de elaboração de propostas e práticas formativo-educativas e nos embates vinculados à sua afirmação como política pública nos espaços do Estado. Garantiram-se, em pouco mais de uma década, dispositivos legais como o Pronera (1998), as Diretrizes Operacionais para a Educação Básica nas Escolas do Campo (2002, 2006 e 2008) e o Decreto 7.352/2010, que dispõe sobre a Política Nacional de Educação do Campo, e consolida as garantias dos dispositivos anteriores. A partir de 2012, acentuam-se as contradições, nesse processo, com a promulgação do Pronacampo, programa que de certa forma reedita a Educação Rural, uma vez que se filia amplamente ao novo projeto de desenvolvimento em curso no campo brasileiro. 

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Publicado

01-01-2000

Como Citar

GHEDINI, C. M. O PROCESSO DE EDUCAÇÃO DO CAMPO: HISTORICIDADE, REFERÊNCIAS E MARCOS LEGAIS. Revista Faz Ciência, [S. l.], v. 16, n. 23, p. 113, 2000. DOI: 10.48075/rfc.v16i23.10916. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/fazciencia/article/view/10916. Acesso em: 13 ago. 2022.

Edição

Seção

Artigos