TERRITÓRIO GUARANI NA TRÍPLICE FRONTEIRA: FRAGMENTOS QUE RESISTEM NO ESPAÇO-TEMPO

Autores

  • Angélica Karina Dillenburg Horii

DOI:

https://doi.org/10.48075/rfc.v16i24.11400

Palavras-chave:

Tríplice Fronteira, Guarani, Evolução da Fronteira, Território, Mobilidade Espacial

Resumo


O presente artigo busca desenvolver um histórico de ocupação do povo indígena Guarani no território de tríplice fronteira (Brasil-Paraguai-Argentina) ao longo dos séculos. Observa através de fontes bibliográficas e antropológicas a veracidade deste território como pertencente ao povo ameríndio. Analisa na sequência, o processo evolutivo da fronteira com a chegada dos colonizadores europeus a América do Sul, que iniciam um processo de fragmentação e retaliação de um único território, de acordo com interesses econômicos maiores. Também aborda que a partir do século XIX, com o início da constituição dos Estados Nacionais, projetos colonizatórios sobre o espaço Guarani discriminaram esses elementos humanos e criaram o mito pioneiro do colonizador, culminando nas relações sociais atuais nas quais os povos indígenas tem lutado para sobreviverem em meio ao espaço capitalista que lhes tem sido imposto, mas que devido a sua intensa mobilidade, tem garantido à perpetuação de sua linhagem humana.

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Publicado

01-01-2000

Como Citar

HORII, A. K. D. TERRITÓRIO GUARANI NA TRÍPLICE FRONTEIRA: FRAGMENTOS QUE RESISTEM NO ESPAÇO-TEMPO. Revista Faz Ciência, [S. l.], v. 16, n. 24, p. 121, 2000. DOI: 10.48075/rfc.v16i24.11400. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/fazciencia/article/view/11400. Acesso em: 15 ago. 2022.

Edição

Seção

Artigos