NEUROFIBROMATOSE TIPO 1 - IMPACTOS NA INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA

Autores

  • Aline Santana Bortoluzzi Centro Universitário Fundação Assis Gurgacz - FAG
  • Odirlei Antonio Magnagnagno Centro Universitário Fundação Assis Gurgacz - FAG
  • Leandra Ferreira Marques Nobre Centro Universitário Fundação Assis Gurgacz - FAG

DOI:

https://doi.org/10.48075/rfc.v19i29.17040

Palavras-chave:

Neurofibromatose, desenvolvimento, socialização, infância, acompanhamento.

Resumo


A neurofibromatose tipo 1 (NF-1) é uma síndrome enquadrada no grupo das neurofibromatoses, as quais são classificadas como genodermatoses neurocutâneas. É uma das doenças genéticas mais frequentes, acometendo 1 a cada 3000 nascidos vivos. Seu diagnóstico é feito na presença de dois ou mais dos critérios clínicos estabelecidos pelo National Institutes of Health em 1988. A maior parte dos sinais e sintomas aparece na infância, o que faz com que a doença possa ocasionar alterações fisiológicas e de desenvolvimento neste período de vida do doente. Estudos mostram, cada vez mais, que a doença pode comprometer de forma significativa o desenvolvimento neuropsicomotor e social do indivíduo, que também se encontra pré-disposto a desenvolver transtornos do neurodesenvolvimento como autismo, déficit de atenção e hiperatividade. Devido às comorbidades que a síndrome pode desencadear, o acompanhamento periódico multiprofissional e orientação precisa são cruciais para um bom prognóstico e melhora da qualidade de vida destes doentes. 

 

Biografia do Autor

Odirlei Antonio Magnagnagno, Centro Universitário Fundação Assis Gurgacz - FAG

Docente Mestre da instituição de ensino Centro Universitário Fundação Assis Gurgacz - FAG.

Leandra Ferreira Marques Nobre, Centro Universitário Fundação Assis Gurgacz - FAG

Médica Dermatologista e docente da instituição de ensino Centro Universitário Fundação Assis Gurgacz - FAG.

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Publicado

14-09-2018

Como Citar

BORTOLUZZI, A. S.; MAGNAGNAGNO, O. A.; MARQUES NOBRE, L. F. NEUROFIBROMATOSE TIPO 1 - IMPACTOS NA INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA. Revista Faz Ciência, [S. l.], v. 19, n. 29, p. 81, 2018. DOI: 10.48075/rfc.v19i29.17040. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/fazciencia/article/view/17040. Acesso em: 17 ago. 2022.

Edição

Seção

Artigos