ATIVIDADE ANTIBACTERIANA DE EXTRATO AQUOSO DA CASCA DE NOZ-PECÃ [Carya illinoinensis (Wangenh.) C. Koch]

Autores

  • Alexandre Carvalho de Moura Universidade Federal da Fronteira Sul- Campus Realeza.
  • Dalila Moter Benvegnú Universidade Federal da Fronteira Sul - Campus Realexa
  • Gleisy Coser de Brito acadêmica do curso de Ciências Biológicas-Universidade Federal da Fronteira Sul - Campus Realeza.
  • Izabel Aparecida Soares Docente pesquisadora na Universidade Federal da Fronteira Sul. Campus Realeza/Paraná.

DOI:

https://doi.org/10.48075/rfc.v21i34.22105

Palavras-chave:

Multirresistência bacteriana, Doenças infecciosas, Extrato vegetal

Resumo


A crescente incidência de doenças infecciosas, causadas pelo surgimento de microrganismos multirresistentes às medicações alopáticas, provoca pesquisadores a buscar terapias antimicrobianas alternativas, como a utilização de extratos vegetais. O presente trabalho visou avaliar o potencial antibacteriano do extrato aquoso da casca de noz-pecã [Carya illinoinensis (Wangenh.) C. Koch] sobre bactérias, uma vez que são escassos estudos quanto sua atividade antimicrobiana. O extrato vegetal bruto das cascas de C. illinoensis foi avaliado sobre os microrganismos por meio dos métodos de Determinação da Concentração Inibitória Mínima (CIM), e Difusão em Poço (DP). Verificou-se que o extrato apresentou atividade bactericida para todas as cepas testadas nas concentrações de 15% (v/v) e 20% (v/v), com exceção da bactéria Staphylococcus aureus, cujo efeito foi bacteriostático a 15% (v/v). O potencial do extrato aquoso na terapêutica de doenças infecciosas é evidenciado e incentiva novos estudos que busquem testar sobre outros microrganismos, assim como seus possíveis mecanismos de ação.

Biografia do Autor

Alexandre Carvalho de Moura, Universidade Federal da Fronteira Sul- Campus Realeza.

Graduado em Ciências Biológicas Bacharelado e Licenciatura pela Universidade Santa Úrsula, Especialista em Análises Clinicas pela Faculdade Assis Gurgac, Mestrado em Microbiologia pela Universidade Estadual de Londrina e Doutorado em Recursos Hídricos pela Universidade Estadual do Oeste do Parana- UNIOESTE. Atualmente é docente concursado na Universidade Federal da Fronteira Sul - UFFS. Tem experiência na área de Microbiologia e Imunologia, com ênfase em Biologia, Fisiologia e Diversidade de Microrganismos, atuando principalmente nos seguintes temas: Microbiologia ambiental e de Alimentos.

Dalila Moter Benvegnú, Universidade Federal da Fronteira Sul - Campus Realexa

Possui graduação em Farmácia pela Unversidade Federal de Santa Maria (2008) e mestrado (2010) e doutorado em Farmacologia (2012) pela mesma instituição. Atualmente é professora adjunta III da Universidade Federal da Fronteira Sul, onde ministra aulas de bioquímica e farmacologia aos cursos de Graduação em Nutrição e Ciências Biológicas e onde atua como orientadora no Programa de Pós-Graduação em Saúde, Bem-estar e Produção Animal Sustentável na Fronteira Sul. Além disso, também atua como orientadora no Programa de Pós-Graduação em Ciências Aplicadas à Saúde da Universidade Estadual do Oeste do Paraná. No período de 2013 até 2017 atuou como Coordenadora Adjunta de Pesquisa e Pós-graduação da Universidade Federal da Fronteira Sul - Campus Realeza. Atualmente, é membro do Comitê de Assessoramento da Fundação Araucária de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do estado do Paraná. Dedica-se à área de pesquisa em toxicologia, neuropsicofarmacologia, bioquímica e sistemas nanoestruturados.

Izabel Aparecida Soares, Docente pesquisadora na Universidade Federal da Fronteira Sul. Campus Realeza/Paraná.

Possui graduação em Licenciatura e Bacharelado em Ciências Biológicas pela Universidade Estadual de Maringá (1998), mestrado em Agronomia pela Universidade Estadual de Maringá (2001) e doutorado em Agronomia, área de concentração; Melhoramento Genético, pela Universidade Estadual de Maringá (2005). Foi coordenadora do curso de Ciências Biológicas (2013-2015 - UFFS).Colaboradora no projeto PIBID Institucional desde 2014. Atualmente é professor Associado D (Nível II) da Universidade Federal da Fronteira Sul. Atua na pesquisa com Toxicologia -qualidade da água.

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Publicado

27-05-2020

Como Citar

MOURA, A. C. de; BENVEGNÚ, D. M.; BRITO, G. C. de; SOARES, I. A. ATIVIDADE ANTIBACTERIANA DE EXTRATO AQUOSO DA CASCA DE NOZ-PECÃ [Carya illinoinensis (Wangenh.) C. Koch]. Revista Faz Ciência, [S. l.], v. 21, n. 34, p. 88, 2020. DOI: 10.48075/rfc.v21i34.22105. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/fazciencia/article/view/22105. Acesso em: 8 ago. 2022.

Edição

Seção

Artigos