Ser o no ser modernos La salud mental en manos del Estado mexicano, 1861-1968
Palavras-chave:
México, Estado, Psiquiatría, ManicomiosResumo
El artículo examina los factores que pueden explicar el atraso histórico de la atención psiquiátrica en México, mediante el análisis de los dos momentos en que el Estado mexicano tomó la decisión de hacer una importante inversión de recursos públicos en salud mental. La primera ocasión tuvo lugar en 1910 en la ciudad de México al ser cerrados los hospitales dirigidos por religiosos, que habían sido fundados durante los siglos XVI y XVII, para ser sustituidos por un manicomio monumental. El segundo momento aconteció en 1968, cuando fue cerrado dicho Manicomio, para dar paso a las llamadas Granjas u Hospitales Campestres basadas en la terapia ocupacional y recreativa, un modelo terapéutico destinado a enfermos considerados crónicos. Del análisis se desprende que en dichos momentos la atención a los enfermos mentales estuvo marcada por la experiencia de trasladar a los pacientes de una institución a otra sin que se haya operado una transformación profunda en las prácticas médicas.Downloads
Publicado
01-01-2000
Como Citar
SACRISTÁN, C. Ser o no ser modernos La salud mental en manos del Estado mexicano, 1861-1968. Espaço Plural, [S. l.], v. 11, n. 22, p. p. 11–23, 2000. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/espacoplural/article/view/4830. Acesso em: 4 abr. 2025.
Edição
Seção
Dossiê Saúde e Doença
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