Fossa biodigestora: licões aprendidas na instalacão de dois projetos em zonas rurais

Autores

  • Bruna Brandini Carrilho Universidade Nove de Julho
  • Wilson Levy Braga da Silva Neto Uninove - Universidade Nove de Julho
  • David Timóteo Carrilho Leite Uninove - Universidade Nove de Julho
  • Fabio Ytoshi Shibao Uninove - Universidade Nove de Julho

DOI:

https://doi.org/10.48075/comsus.v5i1.19547

Palavras-chave:

Fossa, Esgoto, Rural, Tratamento de esgoto, Fossa séptica

Resumo


No mundo, cerca de 2,6 bilhões de pessoas não utilizam nenhum tipo de sistema de fossa séptica e não são atendidas pelo sistema de rede coletora de esgoto da rede pública. No Brasil metade da população não possui acesso à rede pública de coleta de esgoto e 35 milhões de pessoas não possuem banheiros em suas residências. Estima-se que aproximadamente 1,7 bilhões de casos de doenças recorrentes da diarreia e cerca de 90% das mortes causadas pela doença são decorrentes da falta de tratamento de esgoto. Para solucionar este problema nos últimos anos surgiram diversas técnicas de saneamento residencial e rural, que visam tratar o esgoto em pequena escala e com menor tempo, entre elas a fossa séptica e a fossa séptica biodigestora. Considerando este contexto, por meio de uma pesquisa-ação, o presente relato visa apresentar o modelo de fossa biodigestora, os principais pontos de atenção da instalação deste tipo de fossa em zonas rurais, por meio de dois projetos executados na cidade de Pedro de Toledo-SP.

Biografia do Autor

Bruna Brandini Carrilho, Universidade Nove de Julho

Mestranda em Cidades Inteligentes e Sustentáveis e Engenheira Ambiental com 7 anos de experiência atuando nos setores público, privado e social em atividades relacionadas a gestão de resíduos (sólidos, urbanos e industriais), logística reversa, sustentabilidade além da análise e avaliação sobre impactos ambientais em projetos e processos relacionados a aterro sanitário, saneamento básico (rede de esgoto), arborização,limpeza urbana, projetos de hortas, jardins, aquaponia e hidroponia. Experiência em gestão de projetos ambientais com facilidade em planejamento, controles financeiros e auditorias. Atualmente, atuando com projetos de hortas, jardins, aquaponia e outros em nome da empresa Pegada + Leve. Principais entregas: Implantação de aterros sanitários, coprocessamento de resíduos e usina de compostagem; Acompanhamento técnico em serviços de desobstrução, limpeza de redes de esgotos higienização de caixas d´água na cidade de São Paulo; Projetos de Arborização e Limpeza Urbana na Cidade de São Paulo; Auxilio na elaboração de laudos técnicos, medições relatórios de diagnóstico e prognóstico. Especializações: Cursos realizados nas áreas de Planejamento estratégico e comunicação organizacional; Cursos vinculados a gestão ambiental nas áreas de planejamento de obras, defesa civil, arquitetura sustentável e aquaponia. Cursos complementares em Libras, informática e inglês básico.

 

Wilson Levy Braga da Silva Neto, Uninove - Universidade Nove de Julho

 Advogado. Realiza estágio de pós-doutoramento em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Doutor em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Mestre em Direito pela Universidade de São Paulo. Tem experiência na área de Direito, com ênfase em Filosofia e Teoria Geral do Direito, Direito Constitucional, Direito Urbanístico e Direito Ambiental. Professor convidado na Universidade de São Paulo, na Universidade Federal de Goiás, na Escola Paulista da Magistratura e na Escola Paulista de Direito (EPD), nas Faculdades de Campinas (FACAMP) e na Damásio Educacional. Membro do Núcleo de Estudos de Direito Urbanístico da Escola Paulista da Magistratura. Membro efetivo da Comissão de Direito Urbanístico da Ordem dos Advogados do Brasil - Seção de São Paulo (OABSP). Professor titular da Universidade Nove de Julho (UNINOVE), vinculado ao programa de pós-graduação em Cidades Inteligentes e Sustentáveis.

David Timóteo Carrilho Leite, Uninove - Universidade Nove de Julho

Possui graduação em Administração pela Universidade Nove de Julho (2009). É Especialista em processos de negócio com ênfase em SOA pela Faculdade de Informática e Administração Paulista. (2014). Profissional certificado internacionalmente pela ABPMP, possuindo o título de CBPP® (Certified Business Process Professional) . Tem experiência na área de Administração, Supply Chain com ênfase em Tecnologia da Informação, elaborando estudos e implementação de projetos de melhoria em processos de negócio, diagnósticos voltados à cadeia de suprimentos, dashboards e ferramentas gerenciais e Implementação de tecnologias diversas.

Fabio Ytoshi Shibao, Uninove - Universidade Nove de Julho

Professor Pesquisador do Programa de Mestrado Profissional em Administração - Gestão Ambiental e Sustentabilidade (GeAS) e Mestrado em Cidades Inteligentes e Sustentáveis (CIS) da Universidade Nove de Julho (UNINOVE). Doutor em Administração de Empresas pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (2011). Mestre em Ciências Contábeis pela FECAP (2008). Especialização em Métodos Quantitativos e Informática pela CEAG/FGV (1986) e Bacharel em Administração de Empresas com ênfase em Análise de Sistemas pela Faculdades Associadas de São Paulo (1983). Possui experiência nas áreas: Gestão de Unidades de Negócios, Administração, Comercial; Controladoria, Logística, Distribuição, Gestão de Resíduos, IT e Docência, em empresas nacionais e multinacionais. Estuda os temas: green supply chain management, gestão ambiental, logística, logística reversa e gestão integrada de mobilidade urbana. Também faz parte do Grupo de Pesquisa em Sustentabilidade em Operações e do Grupo de Pesquisa em Cidades Inteligentes e Sustentáveis da Uninove e Líder do Grupo de Pesquisa CNPq denominado Planejamento e Desenvolvimento Urbano Sustentável.

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Publicado

08-11-2018

Como Citar

CARRILHO, B. B.; NETO, W. L. B. . da S.; LEITE, D. T. C.; SHIBAO, F. Y. Fossa biodigestora: licões aprendidas na instalacão de dois projetos em zonas rurais. Revista Competitividade e Sustentabilidade, [S. l.], v. 5, n. 1, p. 64–72, 2018. DOI: 10.48075/comsus.v5i1.19547. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/comsus/article/view/19547. Acesso em: 17 jan. 2022.

Edição

Seção

Relatos Técnicos