LES MYSTÈRES DE SÃO SALVADOR OU QUANDO A VIDA IMITA A ARTE: CRIME, LITERATURA E REPRESENTAÇÃO NO BRASIL DO SÉCULO XIX

Autores

  • Francisco Ferreira Júnior

Resumo


Partindo das reflexões sobre representação de Roger Chartier e dos diálogos entre a história e a literatura o presente artigo pretende demonstrar como o artista e falsário José Maria Cândido Ribeiro utilizava o romance Os Mistérios de Paris, de Eugène Sue para significar suas práticas, enquanto trabalhou como espião e delator para a polícia de Salvador, entre 1850 e 1855. Como fontes, além do romance citado, será utilizado um conjunto de correspondências escritas por Cândido Ribeiro ao seu protetor João Maurício Wanderley, o Barão de Cotegipe.

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Publicado

20-05-2019

Como Citar

JÚNIOR, F. F. LES MYSTÈRES DE SÃO SALVADOR OU QUANDO A VIDA IMITA A ARTE: CRIME, LITERATURA E REPRESENTAÇÃO NO BRASIL DO SÉCULO XIX. Espaço Plural, [S. l.], v. 18, n. 37, p. 153–177, 2019. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/espacoplural/article/view/22426. Acesso em: 9 dez. 2021.

Edição

Seção

Dossiê "História e Literatura: relações interdisciplinares"