FLUXOS TRANSFRONTEIRIÇOS COTIDIANOS: UMA ANÁLISE A PARTIR DAS CIDADES DE GUAÍRA (ESTADO DO PARANÁ – BR) E SALTO DEL GUAIRÁ (DEPARTAMENTO DE CANINDEYÚ – PY

Autores

  • Ana Paula Azevedo da Rocha Licenciada em Geografia pela Universidade Estadual do Paraná - UNESPAR, Campus de Campo Mourão. Mestre em Geografia pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná - UNIOESTE, Campus de Marechal Cândido Rondon. Professora de Geografia na Rede Básica de Ensino da Secretaria de Estado da Educação do Estado do Paraná - SEED. É membro do Grupo de Estudos sobre Fronteira, Território e Ambiente (GEFTA) da Universidade Estadual do Oeste do Paraná - UNIOESTE, Campus de Marechal Cândido Rondon
  • Maristela Ferrari Licenciada em geografia, com mestrado e doutorado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Professora de Graduação e Pós-Graduação em Geografia na Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE) – Campus Marechal Cândido Rondon. É membro do Grupo de Estudos sobre Fronteira, Território e Ambiente (GEFTA) na mesma instituição.

DOI:

https://doi.org/10.48075/geoq.v14i02.23220

Palavras-chave:

Redes, Zona de fronteira, Interações transfronteiriças, Escala local, Rede urbana.C

Resumo


Sob o prisma dos fluxos, o presente trabalho analisa as interações transfronteiriças de um segmento de fronteira entre Brasil e Paraguai, aquele constituído pelas cidades de Guaíra (Paraná – Brasil) e Salto Del Guairá (Departamento de Canindeyú - Paraguai). O objetivo do trabalho foi o de identificar as principais redes e fluxos de interações cotidianas que existem naquele segmento de fronteira, compreendendo as características de cada uma dessas interações e também os fatores que contribuíram e contribuem para que elas ocorram. O aporte teórico adotado é o das redes de interações transfronteiriças em zona de fronteira. As redes de interações entre Guaíra e Salto Del Guairá decorrem fortemente de obras de infraestrutura empreendidas pelo governo brasileiro e paraguaio, obras que facilitaram a mobilidade transfronteiriça cotidiana entre a população das referidas cidades. Desde então, as interações têm sido crescentes e os fluxos reticulares são de naturezas variadas e implicam tanto homens quanto mercadorias que circulam na escala da zona fronteiriça, mas que não se restringem, isto é, frequentemente extrapolam a escala local. Além disso, conclui-se que as cidades estudadas apresentam disparidades socioeconômicas que são o motor para as interações ou mobilidade transfronteiriças cotidiana.

Biografia do Autor

Ana Paula Azevedo da Rocha, Licenciada em Geografia pela Universidade Estadual do Paraná - UNESPAR, Campus de Campo Mourão. Mestre em Geografia pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná - UNIOESTE, Campus de Marechal Cândido Rondon. Professora de Geografia na Rede Básica de Ensino da Secretaria de Estado da Educação do Estado do Paraná - SEED. É membro do Grupo de Estudos sobre Fronteira, Território e Ambiente (GEFTA) da Universidade Estadual do Oeste do Paraná - UNIOESTE, Campus de Marechal Cândido Rondon

Licenciada em Geografia pela Universidade Estadual do Paraná -  UNESPAR, Campus de Campo Mourão. 

Mestre em Geografia pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná, Campus de Marechal Cândido Rondon.

Professora de Geografia na Rede Básica de ensino do estado do Paraná

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Publicado

28-09-2021

Como Citar

ROCHA, A. P. A. da; FERRARI, M. FLUXOS TRANSFRONTEIRIÇOS COTIDIANOS: UMA ANÁLISE A PARTIR DAS CIDADES DE GUAÍRA (ESTADO DO PARANÁ – BR) E SALTO DEL GUAIRÁ (DEPARTAMENTO DE CANINDEYÚ – PY. Geografia em Questão, [S. l.], v. 14, n. 2, 2021. DOI: 10.48075/geoq.v14i02.23220. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/geoemquestao/article/view/23220. Acesso em: 17 ago. 2022.

Edição

Seção

Artigos