REVISITANDO A TEORIA GEOSSISTÊMICA DE BERTRAND NO SÉCULO XXI: APORTES PARA O GTP (?)

Autores

  • Maria Daniely Freire GUERRA
  • Marcos José Nogueira de SOUZA
  • Jacqueline Pires Gonçalves LUSTOSA

DOI:

https://doi.org/10.48075/geoq.v5i2.5454

Resumo


A Teoria Geossistêmica como aporte teórico-metodológico urge a luz da Teoria Geral dos Sistemas, como potencialidade para a construção de uma nova geografia, antes disparatada em conhecimentos desconexos. A partir da década de 1960 com as sistematizações pioneiras de Victor Sotchava e posteriormente as de Georges Bertrand, instituem-se novos paradigmas à Geografia, por sua vez, ungidos na perspectiva de integração e construção de uma ciência una. No entanto, tem-se mostrado uma teoria estagnada, que apesar de extremamente virtuosa para a ciência geográfica no período de emergência, atualmente, frente à Geografia do século XXI, apresenta-se como alvo de críticas por mostrar-se reducionista, no tocante a inserção da sociedade na análise de interface com a natureza. Neste viés, apresenta-se neste ensaio, uma proposta de (re)leitura da Teoria Geossistêmica de Bertrand (1972), tendo em vista, reconhecê-la como virtuoso método de análise para a Geografia e, quiça contribuindo para o entendimento do GTP.

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Publicado

22-08-2012

Como Citar

GUERRA, M. D. F.; SOUZA, M. J. N. de; LUSTOSA, J. P. . G. REVISITANDO A TEORIA GEOSSISTÊMICA DE BERTRAND NO SÉCULO XXI: APORTES PARA O GTP (?). Geografia em Questão, [S. l.], v. 5, n. 2, 2012. DOI: 10.48075/geoq.v5i2.5454. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/geoemquestao/article/view/5454. Acesso em: 8 dez. 2021.

Edição

Seção

Artigos