ANÁLISE CENTESIMAL E DOSAGEM DE ÔMEGA3 EM SEMENTE DE CHIA (Salvia Hispanica) E SEMENTE DE LINHAÇA (Linum Usitatissimum).

Autores

  • Raquel Goreti Eckert
  • Paula Gabriela de Oliveira Almeira

Palavras-chave:

ácido graxo, alfa-linolênico, vegetarianismo.

Resumo


As sementes de Chia (Salvia hispânica) e Linhaça (Linum Usitatissimum) são oriundas da América Central e Norte, mais especificamente Guatemala e México; são duas sementes com centenas de anos e com consumo registrados por guerreiros indígenas Astecas e Maias. A Chia e a Linhaça são sementes que possuem componentes antioxidantes e ainda são ricas em ácidos graxos poli-insaturados. A presença de ácido graxo, especificamente o Ômega 3, aumenta o interesse destas sementes oleaginosas para estudos científicos e também desenvolvimento de novos produtos alimentícios para o consumo humano, tendo em vista que estes benefícios auxiliam contra doenças como Diabetes, Obesidade, problemas cardiovasculares e Constipação intestinal. O objetivo deste trabalho foi realizar a análise centesimal de Chia e Linhaça, assim como fazer a comparativa do teor de Ômega 3 das duas sementes exploradas. As análises foram realizadas na Faculdade Assis Gurgacz e em triplicada para as três amostras. Obteve-se como resultado médio para as sementes de Chia e Linhaça, respectivamente 8,6% e 7,6% em teores de umidade, 13,6% e 11,2% para cinzas, 20% e 15,2% para proteínas totais e 33,1% e 35,7% para lipídeos. O teor comparativo de Ômega 3 realizado nas duas sementes da amostra 1, foi executado por um laboratório de Controle de Qualidade credenciado com a Faculdade Assis Gurgacz, obtendo como resultado para Chia 22% e para Linhaça 21,5% de Ômega 3, respectivamente. A partir deste resultado conclui-se que a semente com maior prospectiva de nutrição e benefícios a saúde é a Chia (Salvia hispanica).  

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Publicado

05-06-2014

Como Citar

ECKERT, R. G.; DE OLIVEIRA ALMEIRA, P. G. ANÁLISE CENTESIMAL E DOSAGEM DE ÔMEGA3 EM SEMENTE DE CHIA (Salvia Hispanica) E SEMENTE DE LINHAÇA (Linum Usitatissimum). Varia Scientia Agrárias, [S. l.], v. 4, n. 1, p. 49–64, 2014. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/variascientiaagraria/article/view/9275. Acesso em: 21 out. 2021.

Edição

Seção

Ciência dos Alimentos