PER-MANHECER SELVAGEM: MULHER ESQUELETO, YKAMIABAS E GINGA

Autores

  • Lígia de Moura Borges Universidade de São Paulo

DOI:

https://doi.org/10.48075/rlhm.v17i30.28058

Palavras-chave:

sopro da narradora, estranhamento da tradição, mulheres selvagens

Resumo


Este artigo circunda o sopro da narradora, fundamento da sua vocalidade poética ao dirigir um olhar para a questão de gênero na arte de contar histórias. Ensaia uma escrita rapsódica entrelaçando pensamento e narrativa, ficção e realidade e assim, aborda o confronto entre tradição e ruptura. Primeiramente em uma fonte fundamental nessa arte: os Contos Tradicionais do Brasil de Câmara Cascudo com uma perspectiva de estranhamento. Então segue na busca de sopros selvagens em contraponto à ideia de domesticação a partir de Clarissa Pínkola Estés e da narrativa “Mulher Esqueleto”, de visões acerca do mito das Ykamiabas e da Rainha Ginga.

Biografia do Autor

Lígia de Moura Borges, Universidade de São Paulo

Doutoranda no programa de Artes Cênicas, na área de Pedagogia do Teatro - ECA-USP com orientação do Prof. Dr. José Batista (Zebba) dal Farra Martins;

Mestrado (2017) mesma orientação e departamento;

Superior completo (2001)  – Licenciatura em Educação Artística com Habilitação em Artes Cênicas – ECA-USP.

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Publicado

01-02-2022

Como Citar

BORGES, L. de M. PER-MANHECER SELVAGEM: MULHER ESQUELETO, YKAMIABAS E GINGA. Revista de Literatura, História e Memória, [S. l.], v. 17, n. 30, p. 236–254, 2022. DOI: 10.48075/rlhm.v17i30.28058. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/rlhm/article/view/28058. Acesso em: 1 jul. 2022.

Edição

Seção

DOSSIÊ: FEMINISMOS E LITERATURAS