PATERNALISMO E RACISMO: HISTÓRIA DOS TRABALHADORES DA VILA OPERÁRIA DA FRIRONDON (1963-1979)

Autores

  • Antonio de Pádua Bosi

DOI:

https://doi.org/10.36449/rth.v20i2.15793

Resumo


O objetivo deste artigo é discutir a formação de uma vila operária no Paraná, nos anos 70, a partir de dois componentes fundamentais na experiência dos trabalhadores: o paternalismo e o racismo. A vila foi criada pelo frigorífico Frirondon, em 1963, como um recurso inicialmente paternalista utilizado para recrutar trabalhadores. Argumento que esta relação perdeu força à medida que os trabalhadores se entrosaram e desenvolveram práticas de lazer relativamente autônomas da direção do frigorífico. Argumento também que o racismo predominante na cidade de Marechal Cândido Rondon nos anos 60 e 70 segregou os trabalhadores do frigorífico, tornando-os ainda mais vinculados à vila. Neste ponto, tento identificar como os moradores da vila sentiram o racismo e reagiram a ele. 

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Publicado

01-01-2000

Como Citar

BOSI, A. de P. PATERNALISMO E RACISMO: HISTÓRIA DOS TRABALHADORES DA VILA OPERÁRIA DA FRIRONDON (1963-1979). Tempos Históricos, [S. l.], v. 20, n. 2, p. 227–255, 2000. DOI: 10.36449/rth.v20i2.15793. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/temposhistoricos/article/view/15793. Acesso em: 18 ago. 2022.

Edição

Seção

Artigos