LÍNGUA CRIOULA, INTELECTUAIS E CABO-VERDIANIDADE

Autores

  • Taciana Almeida Garrido de Resende

DOI:

https://doi.org/10.36449/rth.v20i2.15798

Resumo


Este texto tem o objetivo de discutir alguns aspectos da história intelectual de Cabo Verde por meio da análise dos significados dados à língua crioula pela geração intelectual claridosa a partir da década de 1930. Para isso, partiu-se do argumento de que o crioulo foi um instrumento para a conformação da identidade cabo-verdiana e tornou-se, através do discurso desses intelectuais, o símbolo da cabo-verdianidade. Foi analisado de que modo essa revalorização foi articulada e sob quais propósitos políticos, em diálogo com o luso-tropicalismo de Gilberto Freyre. Para a pesquisa, priorizou-se as fontes escritas publicadas na época, em Cabo Verde e em Portugal.

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Publicado

01-01-2000

Como Citar

RESENDE, T. A. G. de. LÍNGUA CRIOULA, INTELECTUAIS E CABO-VERDIANIDADE. Tempos Históricos, [S. l.], v. 20, n. 2, p. 372–395, 2000. DOI: 10.36449/rth.v20i2.15798. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/temposhistoricos/article/view/15798. Acesso em: 18 ago. 2022.

Edição

Seção

Artigos