DISPUTAS PELO PODER DE INSCREVER “A” HISTÓRIA DE CASCAVEL: LITERATURA MEMORIALÍSTICA E HISTORIOGRAFIA LOCAL EM PERSPECTIVA

Autores

  • Claudia Ferreira de MELO

DOI:

https://doi.org/10.36449/rth.v21i2.16447

Resumo


O texto se dedica a tratar de algumas das disputas presentes no processo de constituição e de instituição de memórias públicas para a cidade de Cascavel - PR. Tais versões sobre o passado local estão presentes em diversos lugares de memória, mas, especificamente, selecionamos duas obras - uma de literatura memorialística e, outra, historiográfica – que denotam esses embates, quais sejam, respectivamente: “Cascavel, a História”, de Alceu Sperança, e “Terra, sangue e ambição: a gênese de Cascavel”, de Vander Piaia. Para tanto, procuramos analisar as obras tendo como referência as temáticas do mito fundador, elaborado para se fixar as origens de Cascavel, e as concepções de patrimônio urbano por elas difundida. Convém destacar que em relação às origens da cidade as disputas, entre as versões de passado local analisadas, se tornam mais visíveis, pois enquanto uma das obras apresenta a formulação de uma narrativa constituinte do mito de fundação, a outra, visa empreender uma crítica a tal enredo.

Downloads

Publicado

20-12-2017

Como Citar

MELO, C. F. de. DISPUTAS PELO PODER DE INSCREVER “A” HISTÓRIA DE CASCAVEL: LITERATURA MEMORIALÍSTICA E HISTORIOGRAFIA LOCAL EM PERSPECTIVA. Tempos Históricos, [S. l.], v. 21, n. 2, p. 374–401, 2017. DOI: 10.36449/rth.v21i2.16447. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/temposhistoricos/article/view/16447. Acesso em: 11 ago. 2022.

Edição

Seção

Artigos