EVOLUCIONISMO, LOUCURA E TEMPORALIDADE A PARTIR DA OBRA DE JOSÉ MARÍA RAMOS MEJÍA

Autores

  • Mauro Franco NETO Doutorando em História pela UFOP.

DOI:

https://doi.org/10.36449/rth.v22i1.18119

Palavras-chave:

José María Ramos Mejía, história, ciência evolucionista, temporalidade

Resumo


Neste breve estudo buscamos reconstruir como o médico alienista e historiador argentino José María Ramos Mejía (1842-1914) tentou equacionar o pensamento científico e evolucionista então corrente com uma narrativa histórica sobre seu país, retomando recorrentemente a ideia de uma evolução natural aplicada à história. Ao analisar duas de suas obras identificamos que Ramos Mejía apresenta uma instigante apropriação da ciência evolucionista. O resultado da análise operada por Mejía evidencia que, uma vez aplicadas à história, as leis evolucionistas trariam a cena uma compreensão problematizada daquela temporalidade, distante de uma simples linearidade e que previa a convivência de distintas fases da evolução.

Biografia do Autor

Mauro Franco NETO, Doutorando em História pela UFOP.

Graduado em História pela Universidade Federal de Ouro Preto. Mestre em História Social da Cultura pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Doutorando em História Social da Cultura pela PUC-Rio.

Downloads

Publicado

12-08-2018

Como Citar

NETO, M. F. EVOLUCIONISMO, LOUCURA E TEMPORALIDADE A PARTIR DA OBRA DE JOSÉ MARÍA RAMOS MEJÍA. Tempos Históricos, [S. l.], v. 22, n. 1, p. 374–397, 2018. DOI: 10.36449/rth.v22i1.18119. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/temposhistoricos/article/view/18119. Acesso em: 8 ago. 2022.

Edição

Seção

Artigos