O BARÃO DE NOVA FRIBURGO E A FORMAÇÃO DA FAZENDA ALDEIA: SOCIABILIDADES E AMPLIAÇÃO DO COMPLEXO CAFEEIRO. 1849-1874

Autores

  • Rodrigo Marins MARRETTO

DOI:

https://doi.org/10.36449/rth.v22i1.19321

Palavras-chave:

Barão de Nova Friburgo, propriedade de terras, segunda escravidão

Resumo


 

Resumo: O objetivo deste artigo é analisar a trajetória da fazenda Aldeia no que concerne as formas de expansão e acumulação da propriedade fundiária, tomando por base as estratégias engendradas pelo barão de Nova Friburgo e por seu filho, Bernardo Clemente Pinto. Apoiamos a nossa argumentação em um conjunto de fontes cartoriais de compra e sociedade, no inventário do barão e na avaliação de Luiz Caminhoá. Consideramos que a administração do Barão de Nova Friburgo e de seu filho foram profundamente impactadas e estava intimamente conectada a propagação da escravidão, a expansão do mercado mundial de commodities e ao mundo industrial. Tal perspectiva resultou na ampliação do espaço territorial da fazenda, da sua capacidade produtiva e dos vultosos lucros obtidos até meados da década de 1870.

 

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Publicado

12-08-2018

Como Citar

MARRETTO, R. M. O BARÃO DE NOVA FRIBURGO E A FORMAÇÃO DA FAZENDA ALDEIA: SOCIABILIDADES E AMPLIAÇÃO DO COMPLEXO CAFEEIRO. 1849-1874. Tempos Históricos, [S. l.], v. 22, n. 1, p. 175–201, 2018. DOI: 10.36449/rth.v22i1.19321. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/temposhistoricos/article/view/19321. Acesso em: 18 ago. 2022.

Edição

Seção

Dossiê Temático