O “antigo” e o “novo” no debate da historiografia brasileira acadêmica (1961-1979)

Autores

DOI:

https://doi.org/10.36449/rth.v24i2.23083

Palavras-chave:

história da historiografia, Annales, história dos intelectuais.

Resumo


Este artigo trabalha com a hipótese de que as ideias de “antigo” e “novo”, ou “tradicional” e “moderno”, eram balizas simbólicas fundamentais da discussão historiográfica no período. Observando registros da Associação dos Professores Universitários de História (APUH – mais tarde chamada ANPUH) e da produção historiográfica das pós-graduações da Universidade de São Paulo, Universidade Federal do Paraná e, principalmente, da Universidade Federal Fluminense, analisa-se como esta tensão intelectual teria se processado. O recorte cronológico justifica-se por ser o período compreendido entre o primeiro simpósio da APUH e o momento da anistia e de um contexto político brasileiro que gera mudanças nos perfis institucionais e historiográficos dos cursos de História e da ANPUH.

Biografia do Autor

Wesley Rodrigues de Carvalho, Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Macaé (FAFIMA)

Doutor em História pela UFF. Professor na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Macaé (FAFIMA). Professor de Ensino Fundamental pela Prefeitura de Macaé

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Publicado

28-12-2020

Como Citar

DE CARVALHO, W. R. O “antigo” e o “novo” no debate da historiografia brasileira acadêmica (1961-1979). Tempos Históricos, [S. l.], v. 24, n. 2, p. 215–236, 2020. DOI: 10.36449/rth.v24i2.23083. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/temposhistoricos/article/view/23083. Acesso em: 18 ago. 2022.

Edição

Seção

Artigos