“Mendigos de gravata” ou “espíritos anárquicos”?: a greve dos trabalhadores da Companhia Ferroviária Mogiana em Ribeirão Preto, interior de São Paulo (1948)

Autores

  • Yuri Araujo Carvalho Centro Universitário Barão de Mauá (Ribeirão Preto / SP)
  • Rodrigo Ribeiro Paziani UNIOESTE - Marechal Cândido Rondon

DOI:

https://doi.org/10.36449/rth.v25i1.24092

Palavras-chave:

Greve, Trabalhadores, Companhia Mogiana de Estradas de Ferro

Resumo


O artigo analisa, conforme os fundamentos da historiografia social marxista sobre os trabalhadores – com destaque para a perspectiva de Edward Palmer Thompson –, as causas, forças, discursos e consequências relacionados à greve dos trabalhadores ferroviários da Companhia Mogiana de Estradas de Ferro, deflagrada em 1948 na cidade de Ribeirão Preto/SP. Para tanto, direcionaremos esforços analíticos sobre a história da referida Companhia e sobre fontes heterogêneas, tais como artigos jornalísticos, entrevistas, documentação produzida pelo aparelho repressivo estatal, atas de câmara, entre outras, de modo a escrutinar as demandas e os anseios dos ferroviários por melhores salários e condições de trabalho, contrapondo-os aos discursos anticomunistas produzidos por ramificações da classe dominante citadina.

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Publicado

13-04-2021

Como Citar

CARVALHO, Y. A.; PAZIANI, R. R. “Mendigos de gravata” ou “espíritos anárquicos”?: a greve dos trabalhadores da Companhia Ferroviária Mogiana em Ribeirão Preto, interior de São Paulo (1948). Tempos Históricos, [S. l.], v. 25, n. 1, p. 107–146, 2021. DOI: 10.36449/rth.v25i1.24092. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/temposhistoricos/article/view/24092. Acesso em: 10 ago. 2022.

Edição

Seção

Artigos