Cidade e jogo social: a atuação de funcionários da Intendência de Natal na gestão e no uso do patrimônio fundiário (1903-1919)

Autores

  • Gabriela Fernandes de Siqueira Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN)

DOI:

https://doi.org/10.36449/rth.v25i1.24331

Palavras-chave:

Intendência, aforamento, mercado de terras

Resumo


Este trabalho tem como objetivo investigar o processo de apropriação e uso do patrimônio fundiário natalense associando-o à atuação da Intendência Municipal no início do século XX. Constatou-se que funcionários da Intendência utilizavam suas posições privilegiadas para beneficiar-se da política de concessão de terras, aforando grandes lotes, pagando foros inexpressivos, alienando terras por quantias não significativas do ponto de vista do capital econômico, fortalecendo os vínculos com as redes de poder e configurando um mercado pessoal de terras que envolvia a transação de diferentes tipos de capitais. Foram utilizados como fontes os jornais A Republica e Diário do Natal, leis e decretos estaduais, relatórios de intendentes, resoluções municipais, inventários, cartas de aforamento e dicionários biográficos.

Biografia do Autor

Gabriela Fernandes de Siqueira, Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN)

Doutora em História pela Universidade Federal do Ceará e professora de História do Instituto Federal do Rio Grande do Norte (campus Currais Novos).

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Publicado

15-05-2021

Como Citar

SIQUEIRA, G. F. de. Cidade e jogo social: a atuação de funcionários da Intendência de Natal na gestão e no uso do patrimônio fundiário (1903-1919). Tempos Históricos, [S. l.], v. 25, n. 1, p. 194–230, 2021. DOI: 10.36449/rth.v25i1.24331. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/temposhistoricos/article/view/24331. Acesso em: 18 out. 2021.

Edição

Seção

Artigos