Primórdios da cafeicultura no Alto Jequitinhonha, MG: o caso de Capelinha (1973-1995)

Autores

  • Marcos Lobato Martins Faculdade Interdisciplinar de Humanidades (FIH) Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM)

DOI:

https://doi.org/10.36449/rth.v25i2.26176

Palavras-chave:

Modernização da agricultura, Cafeicultura, Cerrado Mineiro, Município de Capelinha

Resumo


O artigo analisa a trajetória inicial da cafeicultura no município de Capelinha (MG), no período de 1973-1995. Mostra que a atividade foi estimulada por planos governamentais de expansão da agricultura no Cerrado Mineiro, que seus pioneiros foram cafelistas originários do Sul de Minas, houve predominância de pequenos e médios produtores, baixa tecnologia e trabalho manual. Indica ainda que a lavoura de café em Capelinha acelerou a concentração fundiária e os conflitos de terra, prejudicou a criação de gado e a produção de mantimentos, sem gerar emprego e renda expressivos para os trabalhadores rurais. As fontes utilizadas foram principalmente estatísticas e relatórios oficiais, documentos orais e notícias da imprensa regional.

Biografia do Autor

Marcos Lobato Martins, Faculdade Interdisciplinar de Humanidades (FIH) Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM)

Doutor em História Econômica pela USP. Professor do Mestrado em Estudos Rurais e do Curso de História da Faculdade Interdisciplinar de Humanidades (FIH) da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM)

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Publicado

26-11-2021

Como Citar

MARTINS, M. L. Primórdios da cafeicultura no Alto Jequitinhonha, MG: o caso de Capelinha (1973-1995). Tempos Históricos, [S. l.], v. 25, n. 2, p. 227–261, 2021. DOI: 10.36449/rth.v25i2.26176. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/temposhistoricos/article/view/26176. Acesso em: 28 maio. 2022.