O Patronato Agrícola de Anitápolis (SC): O núcleo colonial, os “menores” e a comunidade (1918-1930)

Autores

  • Daniel Alves Boeira

DOI:

https://doi.org/10.36449/rth.v16i1.7931

Palavras-chave:

História da Infância e Juventude. Patronato Agrícola, Menoridade, Sociabilidades

Resumo


A história de uma instituição como o Patronato Agrícola de Anitápolis (Santa Catarina, Brasil), antes de se tratar de uma análise restrita aos acontecimentos de uma determinada instituição ou, ao contrário, simples expressão da conjuntura regional e nacional, aparece para o historiador como uma possibilidade de reconstruir histórias de crianças e jovens, suas trajetórias, sua inserção social e educacional e suas resistências às políticas públicas na Primeira República (1889-1930). O universo do ensino e o universo do trabalho estão conectados pelas experiências e práticas cotidianas dos menores e de seus educadores, vistos nesta perspectiva como sujeitos sociais. A vida do Patronato está diretamente vinculada à vida do Núcleo Colonial, tornando-se necessário observar quais são os canais de interlocução em que os jogos de poder e as disputas por direitos são travados.

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Publicado

04-04-2013

Como Citar

BOEIRA, D. A. O Patronato Agrícola de Anitápolis (SC): O núcleo colonial, os “menores” e a comunidade (1918-1930). Tempos Históricos, [S. l.], v. 16, n. 1, p. 119–150, 2013. DOI: 10.36449/rth.v16i1.7931. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/temposhistoricos/article/view/7931. Acesso em: 18 ago. 2022.

Edição

Seção

Dossiê Temático