Avaliação de fungicidas no controle de antracnose e mancha alvo, e no rendimento da cultura da soja

Pricila Basso, Solange Maria Bonaldo, Solenir Ruffato

Resumo


A soja é uma das principais atividades econômicas com grande destaque no cenário mundial, pois é fonte de produtos alimentícios, tanto para animais quanto para humanos, além do crescente uso de biocombustíveis fabricados a partir do grão. Como a demanda internacional do grão começou a aumentar, novas tecnologias e inovações foram agregadas para que houvesse expansão da cultura, contudo, sua produtividade vem sendo limitada, principalmente pela ocorrência de doenças, como antracnose (Colletotrichum truncatum) e mancha alvo (Corynespora cassiicola). Assim, buscou-se avaliar a eficiência de fungicidas no controle de antracnose e mancha alvo, aplicados via foliar, em área comercial na região Norte do estado do Mato Grosso. O delineamento experimental foi blocos casualisados com oito tratamentos e três repetições, totalizando 24 parcelas. Os tratamentos avaliados foram: T1- Testemunha; T2- 1ª Aplicação: Piraclostrobina + Epoxiconazol, 2ª Aplicação: Fluxapiroxade + Piraclostrobina; T3- 1ª Aplicação: Azoxistrobina, 2ª Aplicação: Azoxistrobina; T4- 1ª Aplicação: Piraclostrobina, 2ª Aplicação: Piraclostrobina + Epoxiconazol; T5- 1ª Aplicação: Fluxapiroxade + Piraclostrobina, 2ª Aplicação: Fluxapiroxade + Piraclostrobina; T6- 1ª Aplicação: Trifloxistrobina + Protioconazol, 2ª Aplicação: Trifloxistrobina + Protioconazol; T7- 1ª Aplicação: Picoxystrobina + Ciproconazol, 2ª Aplicação: Picoxystrobina + Ciproconazol; T8- 1ª Aplicação: Tebuconazole, 2ª Aplicação: Tebuconazole. A primeira aplicação de fungicidas foi realizada no florescimento da soja e a segunda, 15 dias após a primeira aplicação. Não houve diferença estatística entre os tratamentos avaliados na altura de planta, altura da inserção da 1ª vagem, número de vagens por planta e número de grãos por planta. Em relação à antracnose, os tratamentos não apresentaram diferença significativa, porém, o tratamento T2 apresentou maior eficiência no controle de mancha alvo. Os tratamentos que propiciaram acréscimo na massa de 1000 grãos (g) foram T1, T2, T5 e T6, porém não houve diferença entre os tratamentos na produtividade (sacas ha-1).


Palavras-chave


Glycine max; Colletotrichum truncatum; Corynespora cassiicola; produtividade

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DOI: https://doi.org/10.18188/sap.v14i3.10275
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