Colorimetria do fruto como indicador do teor de bixina em sementes de urucum

Danielle Acco Cadorin, Maria Cristina Copello Rotili, Daiana Karoline Kaiser, Laura Cristiane Nascimento de Freitas, Marlene de Matos Malavasi, Ubirajara Contro Malavasi, João Alexandre Lopes Dranski

Resumo

O estudo objetivou relacionar a colorimetria do epicarpo dos frutos com o teor de bixina em sementes de urucum (Bixa orellana L.). A bixina é utilizada em diversos segmentos industriais, como farmacêutico, têxtil, de cosméticos e alimentício. Os frutos foram colhidos de árvores adultas e classificados visualmente em quatro estádios de maturação com base na coloração externa do epicarpo. Após a segregação visual, mensurou-se a coloração do fruto com um analisador digital de cores. A caracterização inicial se deu através da morfometria das sementes e da determinação do teor de água. O experimento seguiu delineamento inteiramente ao acaso, contendo quatro repetições. Frutos verdes e marrom-claro fechados apresentaram sementes com maior tamanho e teor de bixina. Para obtenção de bixina as sementes podem ser colhidas quando o fruto estiver fechado, com coloração visual verde e/ou marrom-claro ou com valores de reflectância no intervalo de 93-162; 61-144 ou 35-62 nm nas escalas vermelho, verde ou azul, respectivamente, do espectro de cores.

Palavras-chave

Analisador de cor; Bixa orellana; carotenoide; corante natural; época de coleta

Texto completo:

PDF