Ação do herbicida alachlor na microbiota do solo, nodulação e rendimento de plantas de amendoim

Autores

  • M. S. F. P. Peixoto
  • C. C. Peixoto
  • L. S. V. Sampaio
  • H. S. V. Sampaio
  • R. A. S. Souza
  • J. R. C. Almeida

DOI:

https://doi.org/10.18188/sap.v9i2.4579

Palavras-chave:

Amendoim, herbicida, fixação biológica, microrganismos

Resumo


Objetivou-se avaliar o efeito do herbicida alachlor na  nodulação e rendimento de dois genótipos de amendoim, bem como a população de bactérias e fungos e atividade microbiana do solo, em condições de campo. O delineamento experimental foi em blocos casualizados em esquema fatorial (2x4x4). Foram utilizados dois genótipos de amendoim (Vagem Lisa – G1 e Tatuí – G2) e quatro tratamentos, a saber: capina + semente inoculada (C+SI), capina + semente não inoculada (C+SNI), herbicida + semente inoculada (H+SI), herbicida + semente não inoculada (H+SNI), com quatro repetições, totalizando 32 parcelas. O herbicida alachlor foi aplicado em cobertura na dose de 6 L ha -1 do produto comercial. A semeadura foi realizada em parcela experimental de 17,5 m2. Aos 42 e 56 dias após a emergência (DAE) foram determinados o número e massa seca dos nódulos. O rendimento de grãos e a quantificação de fungos e bactérias foram determinados aos 84 DAE. A atividade microbiana foi monitorada quinzenalmente, durante 84 dias. O rizóbio introduzido (Bradyrhizobium japonicum) não foi eficiente para competir com a população indígena no processo de nodulação. A presença do herbicida aumenta a população de bactérias e  a atividade microbiana do solo. O genótipo Tatuí apresenta rendimento superior ao Vagem Lisa apenas no tratamento herbicida com inoculação.

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Publicado

01-01-2000

Edição

Seção

Artigos Científicos