Disponibilidade de fósforo para plantas de milho cultivadas com fertilizante organomineral e fosfato monoamônico

Maria do Carmo Lana, Leandro Rampim, Loivo Rogério Schulz, João Edson Kaefer, Michele A. Hartmann-Schimidt, Viviane Ruppenthal

Resumo

Fertilizantes organominerais podem incrementar o teor de nutrientes dos fertilizantes e também podem aumentar a eficiência dos fertilizantes minerais. Desta forma, o trabalho teve o objetivo de avaliar a disponibilidade de P do fertilizante organomineral Umostart em comparação com fosfato monoamônico em plantas de milho. Foi conduzido um experimento em casa de vegetação no município de Marechal Candido Rondon – PR, em delineamento de blocos ao acaso com quatro repetições e com arranjo fatorial 5x2x2. Foram avaliadas cinco doses de P (0, 75, 150, 225 e 300 mg dm-3), duas fontes (Umostart e MAP-Fosfato Monoamônico) e dois solos, argiloso (LVef) e arenoso (PVd). Aos 30 dias após semeadura foi avaliado a produção de matéria seca da parte aérea e raízes, assim como determinado os teores de N, P e K na parte aérea e teores P e K no solo. No solo argiloso, a produção de matéria seca de raiz foi maior quando adubado com o Umostart em comparação com o MAP. Doses superiores a 200 mg dm-3 de P não resultaram em incremento da matéria seca da parte aérea para ambas as fontes. A disponibilidade de P do Umostart foi menor em solo argiloso. No solo arenoso, o MAP apresentou liberação de N e P superior.

Palavras-chave

Zea mays L.; adsorção de fósforo; Umostart; MAP.

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