Contaminação entre soja convencional e soja transgênica

D. Achre, E. S. Vasconcelos, E. Mattei, E. A. Schmit, G. Andreazza

Resumo


O objetivo deste trabalho foi avaliar a contaminação de sementes de soja convencional com sementes de soja transgênica e a contaminação de sementes de soja transgênica com sementes de soja convencional. O experimento foi conduzido no Núcleo de Estações Experimentais da Universidade Estadual do Oeste do Paraná, em Marechal Cândido Rondon (PR), e realizado seguindo o delineamento experimental de blocos casualizados, com dez variedades, em quatro repetições. As variedades selecionadas foram: BRS 284 Convencional 1 (semente obtida em Nova Prata do Iguaçu); BRS 232 Convencional; BRS 284 Convencional 2(semente obtida em  Marechal Cândido Rondon); BRS 184 Convencional; CD 205 Convencional; Don Mario 7.0i Transgênica; BMX Potência Transgênica; BMX Turbo Transgênica; Monsoy 6707 Transgênica e V-Max Transgênica. Foram semeadas 1.600 sementes de cada variedade. Dez dias após a emergência das plantas de soja, foi realizada a aplicação de 2,5 l ha-1 de Glifosato, almejando a diferenciação entre as plantas transgênicas e convencionais, possibilitando a contagem das plantas contaminantes em cada parcela. Foi realizado o teste de germinação em presença de Glifosato, com quatro subamostras de 50 sementes, em três repetições por tratamento, utilizando como substrato rolos de papel germiteste, previamente umedecidos com água destilada + Glifosato (na concentração de 1,2 g i. a. L-1), na quantidade de 2,5 vezes o peso do papel. As variedades de soja convencionais apresentaram reduzida contaminação com sementes transgênicas. As variedades de soja transgênicas não tiveram contaminação com soja convencional quando avaliadas em condições de campo; já em laboratório, foi verificada reduzida contaminação das transgênicas. 

Palavras-chave


Glycine max, organismo geneticamente modificado, Glifosato

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DOI: https://doi.org/10.18188/sap.v11i0.7858

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