A FEMINIZAÇÃO DA POBREZA NO BRASIL E SEUS DETERMINANTES

Autores

  • Virginia de Souza Universidade Estadual de Ponta Grossa. Doutoranda do Programa de Pós Graduação em Ciências Sociais Aplicadas
  • Camila Penteado Universidade Estadual de Ponta Grossa- PR
  • Rafaelly do Nascimento Universidade Estadual de Ponta Grossa- PR
  • Augusta Pelinski Raiher Universidade Estadual de Ponta Grossa- PR

DOI:

https://doi.org/10.48075/igepec.v24i1.22710

Palavras-chave:

Feminização da pobreza. Determinantes. Brasil.

Resumo


Este artigo teve como objetivo analisar a feminização da pobreza nos anos de 2001 e 2015 no Brasil, identificando os fatores associados a esse processo. Como metodologia, construiu-se uma medida para a pobreza considerando uma abordagem mista (quantitativo e qualitativo), utilizando os dados da Pnad. Na sequência, estimou-se modelos Logit visando identificar os fatores que elevam a probabilidade de se ter a feminização da pobreza no Brasil. O estudo apontou que houve diminuição dos níveis de pobreza no Brasil, para os anos de 2001 e 2015. No entanto, ocorreu um aumento na diferença entre o percentual de domicílios chefiados por mulheres inseridas na pobreza versus os chefiados por homens. Ademais, dentre os determinantes dessa feminização identificou-se a baixa escolaridade, a falta de trabalho, a presença de criança no domicílio, dentre outros fatores, identificando uma maior probabilidade de se inserir nesse processo as mulheres negras/pardas/indígenas da região Norte/Nordeste do Brasil.

Biografia do Autor

Virginia de Souza, Universidade Estadual de Ponta Grossa. Doutoranda do Programa de Pós Graduação em Ciências Sociais Aplicadas

Assistente Social. Doutoranda do Programa de Pós Graduação em Ciências Sociais Aplicadas pela Universidade Estadual de Ponta Grossa – PR- Brasil. Av Carlos Cavalcanti, 4748- Campus Uvaranas- Ponta Grossa- PR-CEP 84030-900; Mestre em Ciências Sociais Aplicadas- UEPG-(2008); Bacharel em Serviço Social (1996); Especialista em Política de Atendimento à Criança e ao Adolescente (1999); Especialista em Educação Especial (2001). Especialista em Política de Assistência Social – SUAS (2016)-UNINTER

Camila Penteado, Universidade Estadual de Ponta Grossa- PR

Advogada. Doutoranda do Programa de Pós Graduação em Ciências Sociais Aplicadas pela Universidade Estadual de Ponta Grossa – PR- Brasil; Av Carlos Cavalcanti, 4748- Campus Uvaranas-Ponta Grossa- PR. Mestre em Direito pela PUC/PR (2011); Especialista em Direito Socioambiental pela PUC/PR (2008); Contato: camilapenteadow@gmail.com.

Rafaelly do Nascimento, Universidade Estadual de Ponta Grossa- PR

Jornalista. Mestranda do Programa de Pós Graduação em Ciências Sociais Aplicadas pela Universidade Estadual de Ponta Grossa- PR – Brasil; Av. Carlos Cavalcanti, 4748- Campus Uvaranas-Ponta Grossa- PR. Graduada em Jornalismo pela UEPG (2016). Contato: rafaellycel7@gmail.com. ORCID https://orcid.org/0000-0001-7981-3837.

Augusta Pelinski Raiher, Universidade Estadual de Ponta Grossa- PR

Economista, professora do Programa de Ciências Sociais Aplicadas, do Programa de Pós-Graduação em Economia e do curso de economia na Universidade Estadual de Ponta Grossa- PR. Bolsista produtividade-CNPQ. Av. Carlos Cavalcanti, 4748- Campus Uvaranas- Ponta Grossa- PR. Doutora em Economia. E-mail: apelinski@gmail.com. ORCID: https://orcid.org/0000-0001-9542-0689.

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Publicado

27-03-2020

Como Citar

SOUZA, V. de; PENTEADO, C.; NASCIMENTO, R. do; RAIHER, A. P. A FEMINIZAÇÃO DA POBREZA NO BRASIL E SEUS DETERMINANTES. Informe GEPEC, [S. l.], v. 24, n. 1, p. 53–72, 2020. DOI: 10.48075/igepec.v24i1.22710. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/gepec/article/view/22710. Acesso em: 8 ago. 2022.

Edição

Seção

Artigos