Do Proálcool ao “Próetanol”: novos desafios na produção do etanol brasileiro

Autores

  • João Ricardo Tonin
  • Julyerme Matheus Tonin

DOI:

https://doi.org/10.48075/igepec.v18i1.7549

Palavras-chave:

Biocombustíveis, Proálcool, Próetanol

Resumo


Desde a implantação do amplo programa de combustível renovável, o Proálcool, muitas foram as transformações, sendo que os ditames do mercado internacional, com choque e contrachoques do petróleo e a prolongada intervenção governamental moldaram esse setor. Nesse sentido, o presente estudo realiza uma pesquisa exploratória e descritiva dos períodos de prolongada intervenção governamental, do amplo processo de desregulamentação, centrando o foco no atual período, doravante denominado Próetanol. Sem a coordenação estatal, com redução dos incentivos e subsídios, novos são os desafios que se apresentam. Com resultado de pesquisa, destaca-se que em um período de internacionalização da produção e ampliação do mercado interno, com a demanda gerada pelos caros flex fuel, mesmo que o governo se distancie do processo de formação de preços, a sua participação coadjuvante é requerida. Em alguns momentos, para garantir o abastecimento do mercado interno, flexibilizando as importações de etanol, em outros, incentivando a formação de estoques ou acompanhando o processo de fusões e aquisições que ocorreu pós crise financeira. Enfim, o termo Próetanol qualifica um período em que a produção e comercialização de etanol não é mais regulamentada, mas amparada pelas políticas públicas.

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Publicado

09-07-2014

Como Citar

TONIN, J. R.; TONIN, J. M. Do Proálcool ao “Próetanol”: novos desafios na produção do etanol brasileiro. Informe GEPEC, [S. l.], v. 18, n. 1, p. 61–76, 2014. DOI: 10.48075/igepec.v18i1.7549. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/gepec/article/view/7549. Acesso em: 13 ago. 2022.

Edição

Seção

Artigos