DNA barcoding: uma ferramenta de apoio molecular para identificação de espécies de peixes

Autores

  • Rafael Hencke Tresbach
  • Natalia Menezes Cerqueira
  • Sarah Ramos Medeiros
  • Harold Julián Pérez Gutierrez
  • Natalia Ossa Hernández
  • Marília Danyelle Nunes Rodrigues

DOI:

https://doi.org/10.18188/sap.v14i2.10408

Palavras-chave:

DNA barcoding, peixes, Rhamdia quelen, COI, DNA mitocondrial, DNA ribossomal

Resumo


A identificação de gêneros e espécies é feita pela sistemática, observando-se caracteres morfológicos e anatômicos, os quais são a expressão do fenótipo. Entretanto, mudanças de uma ou mais bases em genes podem resultar em semelhanças fenotípicas entre espécies diferentes, levando a um erro de identificação. Como alternativa, surgiram ferramentas moleculares baseadas em genes ribossomais e mitocondriais. O presente trabalho tem como objetivo compilar informações sobre a identificação molecular e apresentar o caso do jundiá (Rhamdia quelen), no qual existem controvérsias geradas pela identificação taxonômica. Os diferentes genes utilizados para identificação apresentam suas peculiaridades, como inserções e deleções no caso do 16S rRNA e do 18S rRNA. Além destes genes ribossomais, há o uso de genes mitocondriais, como o gene do citocromo b, cuja problemática se concentra no desenho de primers, e o gene da subunidade 1 do citocromo C oxidase, sendo este último a melhor alternativa para identificação, gerando um Barcode genético. Estudos de DNA barcoding auxiliam na identificação de espécies em nível molecular, bem como, permitem estudos evolutivos em particular, no que tange a respeito da especiação, nos revelando mecanismos que podem ter contribuído para a adaptação nos mais diversos climas brasileiros.

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Publicado

19-06-2015

Como Citar

TRESBACH, R. H.; CERQUEIRA, N. M.; MEDEIROS, S. R.; GUTIERREZ, H. J. P.; HERNÁNDEZ, N. O.; RODRIGUES, M. D. N. DNA barcoding: uma ferramenta de apoio molecular para identificação de espécies de peixes. Scientia Agraria Paranaensis, [S. l.], v. 14, n. 2, p. 77–81, 2015. DOI: 10.18188/sap.v14i2.10408. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/scientiaagraria/article/view/10408. Acesso em: 5 dez. 2021.

Edição

Seção

Revisões Bibliográficas