Revisão Crítica: Ácidos graxos essenciais na alimentação do camarão

Autores

  • Rodrigo Barbosa Lima
  • Denise Fontana Figueiredo-Lima

DOI:

https://doi.org/10.18188/sap.v15i3.14000

Palavras-chave:

Lipids, fatty acids, aquatic invertebrates, nutritional requirements,

Resumo


Quatro tipos de ácidos graxos polinsaturado (PUFA) são essenciais para todas as espécies de camarão, são os ácidos linoleico (LOA, 18: 2n-6) alfa-linolénico (ALA, 18: 3n-3), eicosapentaenóico (EPA, 20: 5n-3 ) e docosahexaenóico (DHA, 22: 6n-3). Além disso, o ácido araquidónico (ARA, 20: 4n-6), mesmo quando presente, parece ser, em crustáceos, pouco importante ou ainda dispensável. É importante saber que os PUFA não são bem absorvidos quando não seguido por uma quantidade substancial de lecitina, atingindo 5% da ração. A soma de PUFA atinge cerca de 3% da dieta, mesmo variando de acordo com o tipo de espécies, estágio e ração. Para Penaeus monodon, um modelo matemático complexo foi formulado de modo a descrever as relações entre os requisitos de a citada PUFA. As indústrias envolvidas com a produção de alimentos desse segmento, devem possuir suas adaptações próprias para outras espécies. Por outro lado, os conhecimentos bioquímicos sobre as funções dos compostos da série n-3 dos PUFA estão ainda muito atrasados, comparado com os avanços da indústria farmacêutica que investiga a série n-6, com prevalência no homem. Nesta revisão, o termo PUFA é genericamente usado para incluir ALA, LOA, DPA, EPA, ARA e DHA.

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Publicado

03-10-2016

Como Citar

LIMA, R. B.; FIGUEIREDO-LIMA, D. F. Revisão Crítica: Ácidos graxos essenciais na alimentação do camarão. Scientia Agraria Paranaensis, [S. l.], v. 15, n. 3, p. 236–243, 2016. DOI: 10.18188/sap.v15i3.14000. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/scientiaagraria/article/view/14000. Acesso em: 3 jul. 2022.

Edição

Seção

Revisões Bibliográficas