Polinização do maracujá doce (Passiflora alata Dryander)

Autores

  • D. T. Malerbo-Souza
  • M. F. Ribiero

DOI:

https://doi.org/10.18188/sap.v9i2.4573

Palavras-chave:

insetos, polinização, Passiflora alata, maracujá

Resumo


Este experimento foi conduzido em Ribeirão Preto, SP, para estudar a freqüência e tipo de coleta (pólen ou néctar) dos insetos nas flores do maracujá-doce (Passiflora alata Dryander). A freqüência dos insetos e o tipo de coleta, no decorrer do dia, foram obtidos por contagem nos dez primeiros minutos de cada horário, do amanhecer ao entardecer, com cinco repetições. Observou-se que as flores abriram a partir das 6h00 e após as 17h00 todas estavam fechadas. Os insetos observados foram abelhas Centris sp (75,69%), seguida por Trigona spinipes (20,14%) e Apis mellifera  (4,17%). A abelha Centris sp. visitou as flores para coletar apenas néctar, das 6h00 às 17h00, sendo mais freqüente no período da manhã. T. spinipes visitou as flores tanto para coletar néctar quanto pólen, das 6h00 às 16h00, preferindo coletar néctar no período da manhã. A mellifera coletou apenas pólen, das 6h00 às 10h00, sendo mais freqüente às 9h00.  
Palavras-chave: insetos, polinização, Passiflora alata, maracujá.

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Publicado

01-01-2000

Como Citar

MALERBO-SOUZA, D. T.; RIBIERO, M. F. Polinização do maracujá doce (Passiflora alata Dryander). Scientia Agraria Paranaensis, [S. l.], v. 9, n. 2, p. p. 37–46, 2000. DOI: 10.18188/sap.v9i2.4573. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/scientiaagraria/article/view/4573. Acesso em: 26 maio. 2022.

Edição

Seção

Artigos Científicos