Utilização de compostos bioativos de plantas medicinais na pós-colheita de tomate

Autores

  • Edgar Ranieri
  • Kátia Regina Freitas Schwan-Estrada
  • Juliana Santos Batista Oliveira
  • Renata Moreschi Mesquini
  • Edmar Clemente
  • Maria Eugenia da Silva Cruz

DOI:

https://doi.org/10.18188/sap.v14i3.9111

Palavras-chave:

controle alternativo, óleo essencial, Solanum lycopersicum

Resumo


Vários métodos são usados para controle de doenças em pós-colheita de frutos de tomate. Com a crescente restrição ao uso de fungicidas, por questões de segurança alimentar e impacto ambiental, tem-se estimulado o uso de métodos alternativos para controle de doenças pós-colheita. O objetivo deste trabalho foi verificar o efeito de produtos alternativos na conservação e no controle de doenças pós-colheita de tomate cv. Delta e Débora, obtidos de sistemas de cultivo convencional (SC) e em transição ao orgânico (SO). Os frutos foram tratados por imersão (1 min) com acibenzolar-S-metil (ASM), extrato bruto de Azadirachta indica e extrato de biomassa cítrica, e por fumigação com os óleos essenciais (OE) de Syzygium aromaticum e de Citrus aurantium ssp. bergamia. Após 14 dias de armazenamento em temperatura ambiente avaliou-se a perda de massa, pH, sólidos solúveis (SS), a acidez total titulável (ATT) e a incidência de patógenos. Os resultados mostraram que os tratamentos não influenciaram nos parâmetros analisados nos frutos oriundos do SC, para ambas as cultivares. Para os frutos produzidos no SO, observou-se menor perda de massa e maiores valores de SS e ATT para a cv Débora, tratados com os OEs e ASM. Os frutos da cv Delta, apresentaram os maiores valores de pH quando tratados com OE de S. aromaticum. Nenhum dos tratamentos reduziu a incidência de doenças pós-colheita.

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Publicado

18-09-2015

Como Citar

RANIERI, E.; SCHWAN-ESTRADA, K. R. F.; OLIVEIRA, J. S. B.; MESQUINI, R. M.; CLEMENTE, E.; CRUZ, M. E. da S. Utilização de compostos bioativos de plantas medicinais na pós-colheita de tomate. Scientia Agraria Paranaensis, [S. l.], v. 14, n. 3, p. 160–165, 2015. DOI: 10.18188/sap.v14i3.9111. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/scientiaagraria/article/view/9111. Acesso em: 2 dez. 2021.

Edição

Seção

Artigos Científicos