ESCRAVIDÃO, AFRICANOS E AFRODESCENDENTES NA “CIDADE MAIS EUROPEIA DO BRASIL”: IDENTIDADE, MEMÓRIA E HISTÓRIA PÚBLICA

Autores

  • Joseli Maria Nunes Mendonça

DOI:

https://doi.org/10.36449/rth.v20i1.13138

Resumo


Neste artigo vou argumentar que a identidade regional do Paraná e, em especial aquela relacionada à sua capital, se constituiu a partir de narrativas históricas que, produzidas desde século XIX, tenderam a obscurecer – ou mesmo negar – a relevância da escravidão e a importância da presença de africanos e seus descendentes na população local. Além disso, pretendo apresentar possibilidades de intervenção por meio de uma produção que, inserida na vertente do que hoje se denomina História Pública, possa favorecer a reconstituição de tal identidade, fazendo-a mais democrática

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Publicado

11-07-2016

Como Citar

MENDONÇA, J. M. N. ESCRAVIDÃO, AFRICANOS E AFRODESCENDENTES NA “CIDADE MAIS EUROPEIA DO BRASIL”: IDENTIDADE, MEMÓRIA E HISTÓRIA PÚBLICA. Tempos Históricos, [S. l.], v. 20, n. 1, p. 218–240, 2016. DOI: 10.36449/rth.v20i1.13138. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/temposhistoricos/article/view/13138. Acesso em: 18 ago. 2022.

Edição

Seção

Dossiê Temático