Práticas testamentárias em Mariana: os executores das últimas vontades nos séculos XVIII e XIX

Autores

  • Karina Ap. de Lourdes Ferreira

DOI:

https://doi.org/10.36449/rth.v24i2.23571

Palavras-chave:

testamentos, testamenteiros, família, memória, Mariana,

Resumo


O presente artigo investiga a prática testamentária na cidade de Mariana, Minas Gerais, em especial a escolha e a atuação concedida à figura do testamenteiro, ou seja, aos indivíduos responsáveis por dar cumprimento às disposições das últimas vontades. Mais especificamente, busca-se elencar os grupos envolvidos na execução do testamento, sua configuração ao longo do tempo, e as expectativas adjacentes, levando-se em conta o crescimento constante da atribuição de responsabilidade ao testamenteiro. Isso será possível através da análise de 269 testamentos do Cartório do 1º Ofício de Mariana registrados entre os anos de 1748 e 1848. O trabalho pretende apontar como a presença de sociabilidades mais sólidas carregavam formas mais eficazes de lembrança, colocando em questão a própria função salvífica do testamento.

Biografia do Autor

Karina Ap. de Lourdes Ferreira

Mestra em História pela Universidade Federal de Minas Gerais (2019).

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Publicado

28-12-2020

Como Citar

FERREIRA, K. A. de L. Práticas testamentárias em Mariana: os executores das últimas vontades nos séculos XVIII e XIX. Tempos Históricos, [S. l.], v. 24, n. 2, p. 383–416, 2020. DOI: 10.36449/rth.v24i2.23571. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/temposhistoricos/article/view/23571. Acesso em: 18 ago. 2022.

Edição

Seção

Artigos