EDUCAÇÃO LINGUÍSTICA: COMPARTILHAR A GESTÃO, PROMOVER AS LÍNGUAS, QUALIFICAR AS POLÍTICAS - DESAFIOS E NOVOS PROTAGONISMOS.

Rosângela Morello

Resumo


Resumo: A execução conjunta de programas educacionais se apresenta
cada vez mais como uma realidade para uma adequada abordagem de
contextos complexos como a fronteira, onde a presença de muitas línguas
é uma constante. No entanto, na medida em que requer abertura
para negociações, a execução de tais programas requer também a consolidação
conjunta de modos de formulação e acompanhamento do trabalho,
fato que se apresenta ao mesmo tempo como uma inovação e um
desafio para as políticas públicas. Este texto tematiza essa problemática
a partir da consideração de dois programas para a educação linguística
na fronteira : o Programa das Escolas Inteculturais Bilíngues de Fronteira
- PEIBF (multilateral, SEM/MERCOSUL) e o Observatório da Educação
na Fronteira - OBEDF (Multiinstitucional, apoio CAPES/Brasil).

Palavras-chave


política linguística, educação linguística, gestão de línguas, fronteira, MERCOSUL.

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DOI: https://doi.org/10.48075/ri.v13i2.6071

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