MÁRIO FAUSTINO E BENEDITO NUNES: EXISTENCIALISMO E DESENCANTO COM A HISTÓRIA

Dawdson Soares Cangussu

Resumo

O artigo discute a presença do existencialismo na produção literária paraense, entre os anos de 1946 e 1951, ressaltando as diferenças filosóficas e poéticas entre dois nomes desta geração, Benedito Nunes e Mário Faustino, os quais tiveram influências diferentes no que tange à filosofia da existência, visto que, enquanto Benedito Nunes cultivou um existencialismo sartreano, Mário Faustino ligou-se ao poeta introspectivo Rilke.

Palavras-chave

História; literatura; existencialismo

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