COSMOGONIA TAPUIA COMO RASTRO IDENTITÁRIO EM XILOGRAVURAS NO ROMANCE D’A PEDRA DO REINO

Autores

DOI:

https://doi.org/10.48075/rlhm.v17i29.26097

Palavras-chave:

Ariano Suassuna, Cosmogonia Ameríndia, Sinais Rupestres, Itacoatiara do Ingá.

Resumo

O presente artigo tem por objetivo analisar a constituição do campo simbólico empregado por Ariano Suassuna à ilustração de suas obras, principalmente aquelas que compõem o Romance d’A Pedra do Reino, no que tange à presença de um caráter ameríndio cosmogônico ressignificado pela interpretação mítica cariri que se instaurara em seu discurso, constituído por resíduos de memória e de mentalidades redivivos em rastros significativos que integralizam obras plásticas (eruditas e populares) e sinais rupestres em sua obra literária. Objetiva-se, ainda, debater a forma como esses rastros são constituídos num todo partilhado, distinto de sua origem, em marcador residual de presença de mentalidade ameríndia canibalizada em sua obra literária.

Biografia do Autor

  • Marcos Paulo Torres Pereira, Universidade Federal do Amapá

    Professor Assistente de Literaturas em Língua Portuguesa pela Universidade Federal do Amapá (UNIFAP). Doutorando em Teoria e História Literária pela Universidade Estadual de Campinas. Coordena o grupo de pesquisa Núcleo de Estudos Pós-coloniais (NePC) e participa como pesquisador do Núcleo de Pesquisas em Estudos Literários (NUPEL), ambos da Universidade Federal do Amapá.

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Publicado

02-07-2021

Edição

Seção

PESQUISA EM LETRAS NO CONTEXTO LATINO-AMERICANO E LITERATURA, ENSINO E CULTURA

Como Citar

PEREIRA, Marcos Paulo Torres. COSMOGONIA TAPUIA COMO RASTRO IDENTITÁRIO EM XILOGRAVURAS NO ROMANCE D’A PEDRA DO REINO. Revista de Literatura, História e Memória, [S. l.], v. 17, n. 29, p. 352–370, 2021. DOI: 10.48075/rlhm.v17i29.26097. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/rlhm/article/view/26097. Acesso em: 9 jul. 2026.