A ENUNCIAÇÃO E AS FRONTEIRAS GUARDADAS POR BAKHTIN, BENVENISTE, POSSENTI E GUIMARÃES
DOI:
https://doi.org/10.5935/rl&l.v7i13.327Resumo
O conceito de enunciado já evocou grande polêmica no decorrer do último século. Alguns estudiosos, como Saussure (1974), tomaram a decisão de não abarcá-lo em toda a sua complexidade, focando suas atenções nos aspectos formais da língua. Outros (Bakhtin, 1974, por exemplo) aceitaram o desafio e promoveram um conceito de enunciado que valoriza suas características composicionais e a extensão do seu volume – o discurso. A construção de uma disciplina com foco no enunciado permitiu, portanto, o aparecimento de visões críticas e polêmicas sobre o tema. Diferentes perspectivas foram concebidas e, como conseqüência, abordagens contrastivas para o seu estudo, desenvolvidas. Este artigo é uma tentativa de estabelecer alguns parâmetros de análise entre quatro diferentes perspectivas desenvolvidas pelos seguintes autores: Benveniste (1989), Bakhtin (1992), Possenti (1993) e Guimarães (2002). Além disso, propomos uma análise crítica das fronteiras do enunciado, procurando estabelecer os pontos de contato e as distinções que tais concepções assumiram no processo de conceituar o enunciado.Downloads
Publicado
10-10-2007
Como Citar
TICKS, L. K. A ENUNCIAÇÃO E AS FRONTEIRAS GUARDADAS POR BAKHTIN, BENVENISTE, POSSENTI E GUIMARÃES. Línguas & Letras, [S. l.], v. 7, n. 13, p. p. 113–123, 2007. DOI: 10.5935/rl&l.v7i13.327. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/linguaseletras/article/view/327. Acesso em: 3 abr. 2025.
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Estudos da Linguagem
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