A brasa da jovem guarda ainda arde?

Paulo Tarso Cabral de Medeiros

Resumo


Sintomática coexistência de rebeldia-e-conservadorismo na década de 1960, a Jovem Guarda articulou e expressou as ansiedades de uma juventude suburbana recém-apresentada às delícias novidadeiras do desenvolvimentismo. Suas canções melodiosas em ritmo antenado ao underground pop internacional espalharam-se, principalmente com Roberto e Erasmo Carlos, entre públicos mais amplos, desde o início marcando fortemente o lirismo brasileiro contemporâneo. O artigo (poética e provocativamente) interroga sobre o desgaste, a diluição ou a permanência das forças ativas destes cantos, no ar há mais de quatro décadas.


Palavras-chave


Jovem Guarda; Música popular; Juventude brasileira.

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