Estágio Supervisionado e suas implicações no processo de formação docente: em foco a gestão educacional e os espaços não escolares

Angela Mara de Barros Lara, Kethlen Leite de Moura, Camila Maria Bortot

Resumo

Tivemos por objetivo nesse artigo apreender a respeito do Estágio Supervisionado em Gestão Educacional do curso de Pedagogia da Universidade Estadual de Maringá e suas implicações no processo de formação do pedagogo. Essa pesquisa, derivada da relação entre teoria e prática do campo educacional, busca nortear uma prática compatível com o cenário da educação e da escola pública brasileira. Preparar futuros gestores é uma tarefa que dispõe da construção de conhecimentos específicos da área estudada e que estejam em comunhão com o desenvolvimento diversificado da sociedade e das relações interpessoais. Para isso nos baseamos na análise do papel do estágio na formação do pedagogo, visto que este é quem proporciona ao discente o contato com as plurirealidades de sua futura profissão. 

Palavras-chave

Educação. Gestão Educacional. Estágio Supervisionado. Espaços não escolares.

Texto completo:

PDF

Referências

BARRETO, M. I. As organizações sociais na reforma do Estado brasileiro. In: BRESSER-PEREIRA, L. C.; GRAU, N. C. (Orgs.). O público não estatal na reforma do Estado. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1999. p. 107-150.

BRASIL, Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Disponível em: . Acesso em: 10 de out. de 2017.

BRASIL. Conselho Nacional de Educação. Conselho Pleno. Resolução CNE/CP n.º 1, de 15 de maio de 2006. Brasília, DF: SEED, 2006. Disponível em: . Acesso em: 18 de jan. de 2017.

BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: Senado Federal: Centro Gráfico, 1988.

BRASIL. Diário Oficial. Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008. Disponível em: . Acesso em: 10 de dez. de 2016.

BRASIL. Estatuto da Criança e do Adolescente. Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990. Disponível em . Acesso: em: 10 de dez. de 2016.

BRESSER-PEREIRA, L. C. O público não estatal na reforma do Estado. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1999.

COELHO, M. P.; VOLSI, M. E. F. Bases legais da gestão democrática da educação e da escola. In: NOMA, A. K.; TOLEDO, C. de A. A. de. Políticas públicas e educação escolar no Brasil. Maringá: Eduem, 2017. p. 107-128.

GOMES, M. de O. Formação de professores na educação infantil. São Paulo: Cortez, 2009.

LIBANORI, G. A.; STABELINI, A. M.; FREITAS, M. de. ONGs na gestão: a capacitação de gestores escolares pelo instituto Ayrton Senna e pela organização cidade escola aprendiz. III Congresso Ibero Americano de Política e Administração da Educação. 2012. Disponível em: Acesso em: 30 de jan. de 2017.

OSLAK, O. Sociedade e Estado: superando fronteiras. São Paulo: Fundap, 1998.

PERRUDE, M. R. da S. Reforma do Estado e da Educação no Brasil a partir da década de 1990: novos padrões de administração pública e de gestão educacional. In: NOMA, A. K.; TOLEDO, C. de A. A. de. Políticas públicas e educação escolar no Brasil. Maringá:Eduem, 2017. p.41-58.

SAVIANI, D. Sistema Nacional de Educação articulado ao Plano Nacional de Educação. Revista Brasileira de Educação. Rio de Janeiro, v.15, n.44, p. 380-392, ago. 2010.

SILVA, A. L. F.; PERRUDE, M. R. A atuação do pedagogo em espaços não formais: algumas reflexões. Revista Eletrônica Pro-Docência/UEL. Edição nº 4, vol. 1, jul.-dez. 2013. Disponível em: < www.uel.br/revistas/.../TEXTO%205%20-%20p.%2046%20a%2056.pdf>. Acesso em: 10 de dez. de 2016.

VIEIRA, S. L. Educação e gestão: extraindo significados da base legal. In: LUCE, M. B.; MEDEIROS, I. L. P. (Orgs.). Gestão escolar democrática: concepções e vivências. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2006, p. 27-42.